Marcando capítulo nas relações comerciais entre Brasil e União Europeia, além do investimento no Fundo Amazônia, a reunião discutiu projetos que fortalecem parcerias econômicas, destacando o crescimento da corrente de comércio, investimentos estrangeiros e setores de interesse mútuo.
Conclusão é de estudo da Cepal, divulgado esta segunda pelo BNDES. A coordenadora do estudo Camila Gramkow, afirmou, no Rio de Janeiro, que os benefícios socioeconômicos dos investimentos de baixo carbono não são automáticos nem espontâneos e requerem políticas explícitas e dedicadas, em especial políticas de desenvolvimento produtivo.
“A reforma tributária altera a distribuição das receitas e exige que governo, prefeituras e setor produtivo organizem desde já o financiamento do desenvolvimento nos municípios”.