“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias
disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial.
Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.
“A boa notícia é que, apesar da escassez em 70% das organizações globais de profissionais em cibersegurança, Manaus pôs em pauta essa questão e já dispõe de ferramentas e inteligência suficiente para atender essas demandas, segundo Ricardo Santos - FPF-Tech.”
Ao completar 22 anos de atuação na Zona Franca de Manaus (ZFM), a Fundação abriu suas portas para receber comitiva da atual gestão da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), no dia 16 de outubro, e apresentou parte de suas atividades aos servidores da Autarquia.
Há duas décadas, quando surgiu a FPF, sequer sabíamos o que era a Quarta Revolução Industrial. O que fizemos foi ficar atentos, no modo proativo, para atender às demandas da indústria ou influenciar a incorporação de soluções, conhecimento e tecnologias para aumento de produtividade e competitividade. Essa é a fórmula do crescimento.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.