No caso da Amazônia, a ideia é que esses estudos auxiliem os brasileiros na busca de atividades econômicas sustentáveis baseadas em um conhecimento profundo do potencial da floresta.
Segundo o órgão, as queimadas que chamaram a atenção do mundo a partir de agosto de 2019, "parecem ter sido um sintoma da perda de florestas primárias, mais do que uma causa direta".
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”