Publicado em setembro na Global Change Biology, o estudo indicou que as florestas secundárias amazônicas absorveram menos de 10% do carbono emitido pelo desmatamento nos últimos 30 anos
“A capacidade de absorção de carbono da floresta secundária é conhecida por estudos de monitoramento de parcelas no campo. A taxa média de absorção líquida de carbono em regiões neotropicais é 11 vezes maior que a observada em florestas antigas.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.