O Brasil está no caminho certo para liderar a transição energética global, com a Amazônia desempenhando um papel crucial nesse processo. No entanto, essa transição só será possível com o apoio contínuo e fortalecimento de financiamentos robustos e políticas públicas eficazes.
O Plano para Prevenção de Desastres Climáticos, liderado por Marina Silva visa aumentar a resiliência de municípios vulneráveis, implementar um novo regime jurídico e garantir financiamento, enquanto lida com os impactos sociais dos eventos climáticos extremos e a necessidade de adaptação das políticas fiscais.
A COP28 em Dubai abordou temas como financiamento climático, eliminação de combustíveis fósseis e sistemas alimentares sustentáveis, com destaque para a implementação do Código Florestal no Brasil e discussões sobre o mercado de carbono, terminando com avanços limitados e declarações não vinculantes.
O projeto de financiamento climático conta com a colaboração do Banco do Brasil e cria facilitações para as empresas reduzirem suas pegadas de carbono; a projeção é que com ele seja possível reduzir as emissões de gases do efeito estufa em até 90 milhões de toneladas até 2030.