Em lugar de esperar soluções messiânicas, precisamos agir com o protagonismo de quem produz emprego, impostos e riquezas. Beiramos a fronteira da irresponsabilidade se não nos mobilizamos para auditar, e influenciar sua aplicação conforme a legislação. Temos colegiados de composição híbrida que, estranhamente deixaram de funcionar. São conselho representativos da Sociedade e a eles compete a gestão transparente de generosos recursos da indústria para o interesse coletivo.
E a boa notícia é que temos uma dose generosa de sugestões que as entidades da indústria, especialistas locais e nacionais em economia e desenvolvimento regional, com suporte acadêmico da Fundação Getúlio Vargas, estão chamando de Amazônia do Futuro.
O apelo do fundador do CIEAM, nos altos de seus 102 anos, segue pulsante em nossos corações e mentes, para mapear nossa biodiversidade, avaliar sua contribuição para a humanidade, e é o que temos buscado realizar com o mutirão de pensadores e apoiadores que elaboraram Amazônia do Futuro.
FIEAM 67 anos: Parabéns, parceiro e guerreiro Antônio Silva, pela condução competente da chama olímpica industrial que estará irremediavelmente acesa em nossas mentes e corações dos que amamos esta terra chamada Amazonas, nossa Amazônia.
"Há três anos entre nós, a empresa Águas de Manaus está próxima de conquistar a marca de 100 mil famílias que têm acesso, com tarifa social, para o consumo de água tratada.”
A médica dermatologista Luana Souza de Aguiar Lourenço dedicou o sábado para atender os moradores. “Faço trabalho social desde antes de me tornar médica, é uma maneira que a sociedade encontra de mitigar um pouco essa discrepância que a gente tem no nosso país. É uma mistura de sentimentos, uma sensação de estar feliz por colaborar e ao mesmo tempo de que está 'enxugando gelo’, porque não está fazendo o suficiente, de tentar fazer o melhor que a gente pode”, disse a médica. “Eles estão num contexto muito complicado, acabaram de ter uma super cheia. Como é que eu vou falar de saúde da pele se a pessoa tá num lugar que não tem saneamento, que a água tá invadindo a casa, eles moram todos aglomerados, até oito pessoas em um cômodo. Como ter saúde da pele desse jeito? Então, dentro do que a gente pode, a gente tenta diminuir um pouco aquele incômodo, aquela coceira, mas a gente sabe que a gente vai tratar e que daqui a pouco vai voltar, porque o ambiente é favorável. É propenso, mas também não fazer nada não é a solução”, relata a médica.