A presença das Forças Armadas na Amazônia nunca foi apenas uma operação militar. Sempre foi — e cada vez mais precisa ser — um projeto de Estado, de Nação e de futuro. Em tempos de instabilidade geopolítica, mudança climática e pressão internacional sobre os biomas tropicais, o Comando Militar da Amazônia (CMA) reafirma seu papel como guardião não apenas das fronteiras físicas, mas também das fronteiras do conhecimento, da presença institucional e da soberania cidadã.
Presidente Lula autoriza a entrada de 294 militares dos EUA para um exercício conjunto na Amazônia Oriental, reforçando a cooperação militar entre os países.
Ministro Múcio foi escolhido por Lula por ser mais próximo dos militares e da Direita e vem sendo muito criticado por dar espaço para acampamentos golpistas na frente de quarteis.
O pedido tinha sido feito pelo senador Humberto Costa (PE), que pediu ajuda militar para que o grupo pudesse visitar a aldeia de Aracaçá, palco de um possível caso de violência sexual e homicídio contra uma adolescente indígena por garimpeiros.
O lobby militar em favor de negócios estrangeiros não se restringiu ao apoio nas negociações da Covaxin com o ministério da Saúde denunciadas na CPI da COVID. Segundo...
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas