“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.
Por um lado, a restauração da Mata Atlântica avança, mas por outro, o bioma vem perdendo florestas maduras e seus serviços ambientais. Como equilibrar essa conta que ainda não fecha?
Palavras o vento leva, senhores, e quem fala muito dá bom dia a jumento, diz a discreta sabedoria mineira. Guedes se prontificou a negociar o oxigênio - “produzido” pela floresta conservada do Amazonas - com os Estados Unidos, e zombou das empresas que estavam em Manaus por conta da compensação tributária, “tendo à sua disposição grandes negócios a partir da floresta”. E foi embora para não mais voltar. Sabe o que se deu com suas promessas? Nada.
Após 55 anos de batalha pelo desenvolvimento regional, a economia do Amazonas tem um portfólio robusto para prestação de contas ao contribuinte e demais interessados no crescimento socioambiental e econômico da Amazônia. Construímos uma história inserida na evolução natural do conhecimento, amparada em valores colaborativos e compromissos éticos.
A tendência internacional na priorização de agendas para o manejo global da biodiversidade e dos estoques de carbono se contrapõe à realidade nacional de alta nas taxas anuais de desmatamento.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.