Ainda impactado pela falta de peças e componentes, setor registra queda de 3,3% na comparação com o mês anterior
A produção de bicicletas totalizou 72.293...
Produção de bicicletas cresce 3,1% na comparação com fevereiro e 6,9% em relação ao mesmo mês do ano passado
As fabricantes de bicicletas instaladas no...
O Governo do Amazonas recolheu cilindros de oxigênio doados para serem enviados a estados que atualmente enfrentam escassez do insumo no atendimento a pacientes...
Carretas com oxigênio medicinal produzido pela empresa AVB Aço Verde do Brasil, instalada no Maranhão, chegam em Belém/PA na madrugada deste sábado,16, e já...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.