Tag: escassez de insumos

Indústria produz 72 mil bicicletas em agosto

Ainda impactado pela falta de peças e componentes, setor registra queda de 3,3% na comparação com o mês anterior A produção de bicicletas totalizou 72.293...

Mais de 50% das indústrias têm falta de insumo, mostra estudo da FGV

SÃO PAULO – O percentual de empresas que enfrentam falta de insumos e matérias-primas teve ligeira queda entre novembro do ano passado e junho...

Com 57 Mil unidades produzidas em Março, bicicletas apresentam tímida recuperação no Polo Industrial de Manaus

Produção de bicicletas cresce 3,1% na comparação com fevereiro e 6,9% em relação ao mesmo mês do ano passado As fabricantes de bicicletas instaladas no...

Governo envia a outros estados cilindros de oxigênio doados aos hospitais de Manaus

O Governo do Amazonas recolheu cilindros de oxigênio doados para serem enviados a estados que atualmente enfrentam escassez do insumo no atendimento a pacientes...

SOS Amazonas: Entidades da indústria socorrem com oxigênio e outros itens

Carretas com oxigênio medicinal produzido pela empresa AVB Aço Verde do Brasil, instalada no Maranhão, chegam em Belém/PA na madrugada deste sábado,16, e já...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.