Pesquisa liderada pela Universidade de Leeds, na Inglaterra, aponta que a seca poderá destruir ainda mais a floresta, que já sofre de estresse hídrico, piorando as mudanças climáticas
A fim de reconstruir as condições climáticas do passado, o estudo utilizou anéis de árvores da Amazônia. A partir de toras de árvores amazônicas gigantes, exploradas legalmente na bacia do rio Paru, Guiana, os pesquisadores mediram e dataram os anéis de crescimento anuais.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”