“Nós sabemos fazer o que nos compete, exigimos o direito de continuar trabalhando, avançar e assumir o protagonismo participativo das decisões, resguardando a economia...
Parece que as lideranças ou não sabem como lidar com os problemas ou não possuem recursos para fazê-lo, quer sejam intelectuais, financeiros ou de vontade. Então interagir para solucionar os problemas vai apenas demonstrar uma ou todas as suas fragilidades e isso poderá questionar se a liderança é legítima.
“Eis porque a aproximação das empresas, incluindo as públicas, como a Embrapa, com autarquias como a Suframa, são pontes necessárias e essenciais para deixarmos a prosa estéril e adotarmos a conjugação do verbo fazer na primeira do plural.”
Boa notícia: A Embrapa Nacional, um de nossos maiores legados da Ciência para a sociedade mundial, está finalizando um programa ambicioso de Bioeconomia, capaz de transformar as vocações de negócios sustentáveis de nossa Biodiversidade em uma ponte para o futuro da prosperidade nacional cuja plataforma de expansão se chama Amazônia, 20% do banco genético da Terra.
Devido à grande procura, também foi aumentado o número de vagas de 2.500 para 3.000, além de ser ampliado o tempo de realização da capacitação, que pode ser concluída até 26 de julho.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.