“A comercialização de recursos naturais, produtos da biodiversidade da Amazônia, requer cuidados. Com o uso de informações científicas é possível aumentar a produção sem destruir a floresta.”
Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades: o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia. A outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera cerca de 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência.
E a boa notícia é que temos uma dose generosa de sugestões que as entidades da indústria, especialistas locais e nacionais em economia e desenvolvimento regional, com suporte acadêmico da Fundação Getúlio Vargas, estão chamando de Amazônia do Futuro.
Precisamos repensar o conceito de Amazônia Legal. Isso não implica em ruptura do pacto federativo. Significa sobretudo assegurar o objeto de nosso compromisso sagrado. A economia do centro-oeste, um suporte poderoso de nossa balança comercial, já disse a ministra da Agricultura, não pode avançar sua fronteira pecuária em cima da floresta.
Por conta da crise de saúde que assola o mundo, a Conferência será realizada em duas fases, deixando a biodiversidade do planeta mais um ano sem acordo global