De acordo com o governo, a iniciativa tem como objetivo “expandir e fortalecer práticas produtivas sustentáveis nas cadeias da carne, soja e madeira em estados da Amazônia Legal”
“Dou o exemplo de quatro cadeias produtivas que trabalhamos hoje: do pirarucu, do cacau, do açaí e da castanha do Brasil, ou do Pará. Essas cadeias estão relativamente organizadas e têm uma produção significativa de recursos. Elas podem representar o começo efetivo de plataformas de negócios e oportunidades com possibilidades excelentes de geração de emprego.“
O código de barras de DNA tem sido usado para rastrear o comércio ilegal de animais selvagens e plantas, monitorar a qualidade da água e até mesmo descobrir a venda de tubarões ameaçados de extinção em peixes e batatas fritas.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos