Mesmo com o reconhecido esforço de organizações pelo mundo, é impraticável obter resultados sem a iniciativa dos governos; os ODS precisam de marcos regulatórios nacionais e concatenados entre sí e entre as nações, tarefa que a sociedade civil sozinha não tem instrumentos para executar. A Rio + 40 em 2032 precisará redesenhar a agenda e o calendário do planeta.Vamos torcer para ainda dar tempo.
Senadora reclama da incompetência do ministro em combater o desmatamento na Amazônia. “Prefiro sacrificar algumas convicções do que sacrificar a agropecuária brasileira”
Em sessão na Câmara, ministro finge não saber que o próprio Bolsonaro vetou R$239,8 milhões de emendas parlamentares ao MMA e acusa deputados de não incrementarem o orçamento da pasta
O Floresta+, inicialmente (e falsamente) vendido pelo ministro Ricardo Salles como “o maior programa de pagamento por serviços ambientais do mundo”, obteve US$ 96,5 milhões (cerca de R$ 500 milhões) do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A negociação foi iniciada em 2018, no governo Temer.
A frase emblemática do presidente justificando a mexida “porque eu posso” é o sinal mais estridente de que o sonho ultraliberal do posto Guedes está desvanecendo.
Os números dos últimos 25 anos, combinando a alternância dos governos democratas ou republicanos dos EUA com os governos brasileiros, indicam que a relação entre o partido que governa os norte-americanos e o comportamento do PIB do Brasil, é próxima de zero.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.