Segundo estudo recente, 95,6% dos produtores de café especial no Brasil já seguem práticas alinhadas aos critérios ESG — que envolvem aspectos ambientais, sociais e de governança.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas