O estudo também mostrou que a maior parte da floresta derrubada em áreas protegidas se concentrou em dez destas unidades, que juntas representaram 86% do total.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas