“Incorporar os princípios de ESG, portanto, no cerne das operações e inovações das empresas tornou-se uma necessidade estratégica. Ao focar em iniciativas de proteção ambiental, impacto social significativo e governança efetiva, as empresas começam a se posicionar como líderes na resolução de desafios globais, como o desmatamento da Amazônia”.
“O PPBio, fruto da colaboração entre Suframa e IDESAM, visa transformar a riqueza biológica da Amazônia em premissa, compromisso e fonte de inovação econômica, social e ambiental da Amazônia” [...] “Este movimento não é apenas sobre desenvolvimento econômico; é sobre reimaginar o modelo de crescimento da região”
Para a nossa região os investimentos de infraestrutura devem ter como foco a constituição de uma rede logística articulada que agregue transporte, energia e comunicação. Para isso seria muito interessante o aprimoramento da atuação do BNDES com a SUDAM e o Banco da Amazônia, complementando estratégias de investimentos dessas instituições, bem como identificando novas oportunidades de atuação conjunta e estímulos às atividades econômicas que preservem o meio ambiente.
Em entrevista ao portal A Crítica, o engenheiro florestal Mariano Cenamo acredita que o Amazonas atingirá um patamar avançado de preservação ambiental ao levar o desenvolvimento sustentável para áreas mais remotas, por meio de iniciativas que utilizem os recursos naturais da floresta.
Enquanto iniciativas locais claudicam no mercado, empresa americana líder global em óleos essenciais expande sua atuação no Brasil, com planos de triplicar seu impacto social e econômico até 2030