Ao combinar o paradigma proposto por Samuel Benchimol com as quatro características que identificamos como fundamentais para o desenvolvimento sustentável da Amazônia — a complexidade do bioma, a vulnerabilidade social, a inserção periférica e a pressão para o desmatamento —, torna-se evidente que os desafios são imensos e interconectados.
O Instituto Amazônia+21 está no caminho certo ao propor soluções criativas e inovadoras para os desafios da região. No entanto, é necessário ampliar sua abordagem, incorporando de forma mais ativa os atores locais, especialmente as entidades associativas e a comunidade científica, bem como priorizar a educação como ferramenta fundamental para a formação de uma nova consciência ambiental.
Educação e Ciência, os pilares do futuro sustentável da Amazônia
Destacada ONG da Amazônia, o Idesam conquistou resultados que impactaram milhares de famílias com ações sustentáveis, preservando 3,6 milhões de hectares de floresta e promovendo a economia local por meio de cadeias produtivas.
A exploração de petróleo na Margem Equatorial levanta sérias preocupações ambientais e climáticas, sendo crucial que o projeto seja integrado ao desenvolvimento sustentável para evitar a degradação da Amazônia e seus ecossistemas, preservando o equilíbrio climático e social. Mas será que isso é realmente possível? Como fazer ser?
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.