Reiteramos nossas boas vindas ao superintendente Bosco Saraiva, e nos colocamos à disposição para trabalharmos em mutirão pelo Amazonas, pela infraestrutura precária e cara que compromete a competitividade, com ênfase para os gargalos logísticos, pela ausência do balizamento e dragagem de nossas hidrovias, pelo pesadelo viário da BR-319 e BR-174, pelos PPBs glosados sem razões procedentes e pela redução das tarifas de energia e comunicação, que tornam longínquas as distâncias entre a Amazônia e o resto do país.
O amazônida tem mentalidade engenhosa, capacidade de combinar inteligência, força e inspiração para promover um movimento de renovação com pensamento de longo prazo, estruturando meios e alinhamentos necessários ao desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Desafios
Nesta terça-feira, 21 de março de 2023, a cabotagem, o modal de transporte mais coerente com a estrutura fluvial da Amazônia, será objeto de debates em busca de soluções. Exaustos por esperar soluções do poder público, chegou a hora de responder: o que podemos fazer pela navegação de cabotagem no Amazonas aqui e agora? Confira a entrevista com Augusto Rocha, professor da UFAM, sobre cabotagem no Amazonas
“Os escoceses e as demais nações presentes na Conferência das Partes em Glasgow, 2021, conheceram, através de Sérgio Vergueiro e Muni Lourenço, associado e presidente da FAEA, respectivamente, o que significa empreender na Amazônia. Em outras palavras, é preciso estudar, amar, se comprometer, trabalhar em mutirão, e manejar com sabedoria, tecnologia e responsabilidade os recursos naturais em favor do tecido social, dentro do conceito universal de sustentabilidade, visando a construção justa e equitativa da prosperidade geral”.