"Os dilemas da economia brasileira diante das desigualdades persistentes e das escolhas do próximo ciclo"
Reflexão feita pelo editor do portal Alfredo Lopes
O artigo “Anotações...
Não tem sentido o governo tentar resolver a inequação da crise fiscal através de programas de austeridade baseado no tripé do Estado mínimo, do equilíbrio das contas públicas e do controle do endividamento público, na expectativa que a sinergia dessas ações possa trazer para a arena econômica a retomada do crescimento, dos empregos de qualidade, da competitividade sistêmica, etc.
Para ele, a justiça social se baseia na dignidade individual e na independência dos centros públicos e privados de poder político. A dignidade e a independência são mais bem atendidas por uma ordem econômica na qual a renda monetária é recebida ou por direito ou através de uma relação de troca justa.
Nosso país é protagonista de grandes realizações, que atestam seu potencial, como a Embraer, o Proálcool, o carro flex e uma política agrícola notável, de destaque global. Agora, não podemos perder as oportunidades que se abrem para as nações que souberem reposicionar suas indústrias no cenário das fulminantes transformações em curso.
A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.