Nenhuma planta industrial do Brasil recolhe tantos recursos para a sociedade e, ao mesmo tempo, assiste impávida ao desvio de finalidades da maior desses valores, frutos de compensação fiscal e da determinação produtiva de investidores e trabalhadores. Os resultados estão claramente definidos no perfil do IDH de nossos municípios do interior, os mais constrangedores do Brasil. Fortalecer a atividade industrial que não agride o meio ambiente, prezar pela sustentabilidade e inovação, é um caminho que só depende de nós!
“O que precisamos é de respeito não apenas à lei mas ao nosso direito de ver aplicada nesta região a riqueza que geramos como mandam os estatutos legais. O resto é muito simples de entender: precisamos, sabemos e queremos trabalhar”.
"É provável que o Banco Central do Brasil tenha de iniciar um ciclo de normalização da política monetária ao longo deste ano. Mas é fora de propósito provocar a fúria da onça com vara curta, defendendo alta exorbitante da Selic para este ano, em meio à tragédia de perdas evitáveis de vidas humanas, da perda de emprego e da economia cambaleante."
Dr. Carlos da Costa, em sua fala, foi enfático: “precisamos assegurar as vantagens competitivas da ZFM”.
Nelson Azevedo (*)______________________
Mais Amazônia e menos Brasília? Um dia...
Liquidar com este mecanismo de acertos, o Programa Zona Franca de Manaus, é um tiro de canhão na ilharga dos próprios pés. Entretanto, haverá, certamente, uma bonificação, ou o reconhecimento de herói nacional no vizinho estado do Paraguai.
A economia, ora em vigor no Amazonas e que se expande para a Amazônia Ocidental mais Amapá, está fundada numa compensação fiscal que utiliza 8% de todo o pacote de isenções fiscais do Brasil.