Tag: Combate à fome

A fome cresce e se espalha – É urgente colaborar!

Para mostrar que a fome tem rosto, peculiaridades e caracteres do preconceito e da discriminação que não recuam nem se disfarçam no Brasil, a pesquisa destaca um fato: quando a pessoa responsável é uma mulher, insegurança alimentar ainda é mais grave, ou seja, a fome é muito superior à média nacional. E o que é mais grave: se essa mulher for de cor preta ou parda e de baixa escolaridade, essa insegurança é ainda maior.

Proposta sugere investir em hortas urbanas para combater fome em SP

A criação de hortas urbanas pode auxiliar no combate à fome na cidade de São Paulo. É o que indica o projeto São Paulo Composta, Cultiva, liderado pelo...

Por que 26 milhões de americanos enfrentaram fome em 2020: ‘Só comparável à Grande Depressão’

Desde que a pandemia começou, Robin McKinney, de 47 anos, só consegue garantir comida para si, um neto e dois de seus sete filhos...

‘São mais e mais famílias pedindo’: as filas por comida na cidade mais rica do país

O grupo Mãos de Maria chegou nesta sexta-feira (16/10), Dia Mundial da Alimentação, à marca de um milhão de refeições distribuídas na favela de Paraisópolis, a maior de São Paulo. O grupo começou a distribuir marmitas a partir do dia 23 de março, logo no início da pandemia.

Acabando com a fome: a ciência deve parar de negligenciar os pequenos agricultores

Os pequenos agricultores precisam de novas tecnologias, mas também precisam de pesquisa sobre a eficácia das intervenções existentes - como de safras como o milho - são melhor secadas na planta ou após a colheita no solo.

Programa Mundial de Alimentos da ONU ganha Nobel da Paz

A entidade, sediada em Roma, afirma que ajuda 97 milhões de pessoas em cerca de 88 países todos os anos, e que uma em cada nove pessoas no mundo ainda não tem o suficiente para comer.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

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