Para mostrar que a fome tem rosto, peculiaridades e caracteres do preconceito e da discriminação que não recuam nem se disfarçam no Brasil, a pesquisa destaca um fato: quando a pessoa responsável é uma mulher, insegurança alimentar ainda é mais grave, ou seja, a fome é muito superior à média nacional. E o que é mais grave: se essa mulher for de cor preta ou parda e de baixa escolaridade, essa insegurança é ainda maior.
A criação de hortas urbanas pode auxiliar no combate à fome na cidade de São Paulo. É o que indica o projeto São Paulo Composta, Cultiva, liderado pelo...
O grupo Mãos de Maria chegou nesta sexta-feira (16/10), Dia Mundial da Alimentação, à marca de um milhão de refeições distribuídas na favela de Paraisópolis, a maior de São Paulo. O grupo começou a distribuir marmitas a partir do dia 23 de março, logo no início da pandemia.
Os pequenos agricultores precisam de novas tecnologias, mas também precisam de pesquisa sobre a eficácia das intervenções existentes - como de safras como o milho - são melhor secadas na planta ou após a colheita no solo.
A entidade, sediada em Roma, afirma que ajuda 97 milhões de pessoas em cerca de 88 países todos os anos, e que uma em cada nove pessoas no mundo ainda não tem o suficiente para comer.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.