Especialistas do WRI, da The Nature Conservancy e de outras instituições mapearam taxas potenciais de captura de carbono a partir da “regeneração natural das florestas”
Esse modo de ver tem origem e representa a perspectiva do estrangeiro. Ele constitui um dos principais problemas de gestão da floresta e da formação do Brasil. Quando o assunto é Amazônia, o brasileiro pode ser tão gringo quanto, bem, os próprios gringos.
Diferentemente de outros setores, onde o carbono faz uma viagem apenas de ida par a atmosfera, as florestas funcionam como uma via de mão dupla, absorvendo carbono enquanto crescem ou se mantêm, e soltando quando degradadas ou desmatadas.
As concentrações de CO2 ao longo de 2020 também ganharam destaque, já que elas seguiram aumentando apesar da queda drástica das atividades econômicas devido às restrições de circulação impostas pela pandemia.