Organizado pelo Centro Brasil no Clima, o encontro buscou unir os governadores em torno de como superar a crise hidroenergética e avançar na transição para uma economia inclusiva e de baixo carbono no Brasil. Para isso, trouxe um pequeno número de especialistas, que abordaram diferentes aspectos da transição energética, em um painel chamado “Energia renovável e gestão hídrica para retomada econômica sustentável”.
Além do nosso imensurável banco genético, aqui temos a maior província mineral da terra e um quinto da água potável do planeta. A água, que habita nossas matas, quando estás são removidas predatoriamente pela insensatez humana também remove o precioso líquido. Retidos, evaporados e compartilhados com outros quadrantes do planeta, sem floresta não há como reter a água. Daí a crise hídrica do Sudeste e que nos afeta a todos, pois embora tenhamos tanta água, muitas vezes vítimas do excesso das enchentes, pagaremos energia mais cara como sequela de nossa patologia pecuniária.
Desmatamento da Amazônia e mudanças climáticas alteram ciclo das chuvas e levam à falta de água nos reservatórios das hidrelétricas. Com isso, Governo ativa usinas termelétricas, mais caras e poluentes
Em meio às novas empresas de comercialização de créditos de carbono, como a fintech Moss, os projetos brasileiros de REDD+ apresentam exemplos de sucesso e de fracasso no âmbito da preservação florestal
“Nós estamos alterando o fluxo do vapor de água para o restante do país. Portanto, um dos componentes da seca no brasil central, sem dúvida nenhuma, pode ser o desmatamento na Amazônia aliado às mudanças climáticas globais”