Sérgio Abranches criou formulações de ciência política que explicaram o presidencialismo de coalizão e a chegada de homens como Bolsonaro ao poder. Agora, ele...
Desmatamento e mudança climática
Os candidatos à Presidência da República têm sinalizado uma preocupação maior com o meio ambiente e a mudança do clima na...
Ciro relembrou a política de ocupação da Amazônia adotada no governo militar (1964-1985) e avaliou como isso afetou a forma de exploração dos recursos naturais da região.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.