O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.
Nesta quinta-feira, a partir das 15 horas, no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, uma conversa reúne especialistas em sustentabilidade
Os professores Arilson Favaretto,...
Seminário será mediado pela jornalista ambiental Paulina Chamorro e terá quatro mesas e treze participantes, entre jornalistas, divulgadores científicos e pesquisadores
A união absoluta é uma impossibilidade, mas, a busca de amplos consensos sobre algumas pautas é perfeitamente plausível e o desejado em uma democracia...
“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.