Como é recompensador fazer o bem! Como também é dramático ver crianças tão carentes de cuidados, tantas mulheres que precisam de orientações, idosos cansados de esperar por melhores condições de vida. Pessoas que clamam por serem vistas e atendidas por suas necessidades tão elementares, por seus direitos básicos tão espoliados.
Neste evento serão discutidos os potenciais e os desafios para se implantar e consolidar iniciativas empresariais superando os desafios logísticos da Amazônia, neste ambiente inovador da indústria 4.0, alinhado à agenda da importância da indústria limpa neste ambiente onde está sediada a Zona Franca de Manaus.
A médica dermatologista Luana Souza de Aguiar Lourenço dedicou o sábado para atender os moradores. “Faço trabalho social desde antes de me tornar médica, é uma maneira que a sociedade encontra de mitigar um pouco essa discrepância que a gente tem no nosso país. É uma mistura de sentimentos, uma sensação de estar feliz por colaborar e ao mesmo tempo de que está 'enxugando gelo’, porque não está fazendo o suficiente, de tentar fazer o melhor que a gente pode”, disse a médica. “Eles estão num contexto muito complicado, acabaram de ter uma super cheia. Como é que eu vou falar de saúde da pele se a pessoa tá num lugar que não tem saneamento, que a água tá invadindo a casa, eles moram todos aglomerados, até oito pessoas em um cômodo. Como ter saúde da pele desse jeito? Então, dentro do que a gente pode, a gente tenta diminuir um pouco aquele incômodo, aquela coceira, mas a gente sabe que a gente vai tratar e que daqui a pouco vai voltar, porque o ambiente é favorável. É propenso, mas também não fazer nada não é a solução”, relata a médica.
Precisamos ficar muito atentos à síndrome da abundância, pois ela costuma ser perversa. Não é porque temos 1/5 da água potável do planeta que nós precisamos destratar/dilapidar essa benção da natureza. Cabe recordar ainda que, em 2005, pavorosa estiagem levou nossos rios ao menor nível e volume, chamada de mega seca, assim batizada pelos cientistas. Os danos sociais e florestais foram imensuráveis. Para o meio ambiente os danos se estenderam por uma década. Pesquisas da NASA relacionaram o fenômeno ao aumento, em ocorrência e dimensão, dos furacões nos Estados Unidos. Ou seja, não dá para descuidar das demandas climáticas, especialmente, quando vivemos e geramos riqueza no modo sustentável em pleno coração da maior floresta tropical da Terra.
A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
A homenagem foi concedida pelos relevantes serviços prestados e resultados obtidos ao longo dos meses de combate aos efeitos do Covid-19 na população amazonense levando doações de alimentos e outros itens para as comunidades em vulnerabilidade. A ação continua em atividade com o trabalho voluntário de líderes e trabalhadores do Polo Industrial e apoio de empresas e sindicatos.