Numa aproximação preparada com os dados de realidade - raramente levados em conta quando a discussão buscava definir a responsabilidade dessa tarefa – ficou claro que a economia da ZFM está na base da arrecadação municipal. E que, sem a contrapartida institucional, o próprio município estava prejudicando sua governança por uma razão simples: a buraqueira e o matagal estavam espantando novos investimentos e prejudicando os antigos e de quebra, diminuição da receita e aumento da violência.
O custo de um laboratório de nanobiotecnologia para o desenvolvimento não-predatório da Amazônia é nada mais que uma decisão política. Ou seja, um grito do protagonismo regional.
Superar essas contradições significa transpor desafios e fortalecer alternativas de inserir esta integração nos trilhos de um novo tempo, uma jornada benfazeja na geração de empregos e oportunidades de Norte a Sul do Brasil e a favor de todos os brasileiros.
Indústria
“É gratificante saber que o CBA respondeu pelo B do Bio&TIC e que o T foi pilotado pelo Polo Digital de Manaus. Foram fechados muitos negócios, quase 20 mil visitantes, muitos, muitos jovens com expressão aguerrida, determinada, destemida desfilaram suas expectativas para tomar em suas mãos as rédeas de nosso amanhã que já raiou.”
A indústria instalada em Manaus será em 2073, o adensamento, a diversificação e a regionalização da Biotecnologia em relacionamento sério com a Tecnologia e a Nanotecnologia desde que tomemos essas trilhas do conhecimento e do empreendimento, suas premissas, condições e viabilidade, em nossas mãos.
É hora de avançar, quebrar paradigmas da acomodação, descartar os argumentos do conservadorismo que se opõe ao protagonismo. O programa ZFM está vivo e dispõe de um portfólio pulsante, capaz de integrar para não abrir mão da antecipação da utopia e suas pedras fundamentais de estruturação da brasilidade, de verdade.