A seca extrema provocada pelo El Niño de 2015 e 2016, associada às queimadas florestais na Amazônia, causaram a morte de cerca de 2,5 bilhões de árvores e emitiram 495 milhões de toneladas de gás carbônico para a atmosfera, em uma área que representa apenas 1% por cento de toda a floresta amazônica brasileira. Isso significa que a floresta, cuja função vital é fixar o carbono nas plantas, quando perturbada pela degradação e pelo fogo, pode ser uma das maiores fontes de emissão de gases de efeito estufa do planeta.
“Com a mistura de biometano no gás natural, a gente já pode ter teores renováveis no hidrogênio. Mas ele pode ser totalmente verde se o gás natural for substituído pelo biometano. É uma substituição totalmente drop-in”, conta Tamar Roitman, gerente executiva da ABiogás
Como disse uma vez Samuel Benchimol: "…o futuro da Amazônia passa por uma nova relação entre desenvolvimento e meio ambiente, permeada por um conceito e prática da sustentabilidade que deve ser socialmente justo, economicamente viável, politicamente correto e ambientalmente equilibrado”