O Brasil real está bem distante do apresentado por Jair Bolsonaro (sem partido) em seu discurso de abertura na 76ª Assembleia-Geral das Nações Unidas nesta terça (21).
Apesar de o país ter uma legislação ambiental rigorosa, as políticas da gestão atual para o clima vão de mal a pior.
“Ora, se o propósito é salvar a Amazônia e se a única maneira de protegê-la é atribuir-lhe atividade voltada ao seu desenvolvimento, o caminho é outro. No Dia da Amazônia, em vez do alarmismo publicitário, por que não promover uma campanha de impacto que obrigue o poder público a investir essa dinheirama - R$ 20 bi/ano, pelo menos, nesta Amazônia social e economicamente empobrecida? Esta é a premissa de construção da Amazônia do futuro, proposta do setor privado para nosso amanhã, e do combate à desinformação e a transformação do espalhafato em informação construtiva a favor do Brasil e de nossa Terra”.