Calor extremo já mata uma pessoa por minuto e gera impactos na saúde, economia e meio ambiente. No Brasil, a média anual de mortes ligadas ao calor chegou a 3.600 por ano em 2021.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.