”É vital que os jovens compreendam porque, passados dois séculos, o Brasil central continua de costas, de cócoras para o Norte, e nos considera cidadãos sem rosto, sem alma, vivendo na Amazônia esfumaçada que a nação resiste em proteger/abraçar e a ela se entregar”.
Por que o Brasil não dá a menor importância para esse almoxarifado biótico? E o que é pior: não deixa ninguém se habilitar a fazê-lo. Quer dizer, a venda de terras para estrangeiros e o contrabando do germoplasma e recursos minerais correm soltos.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”