A conclusão consta de um estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que avaliou a situação de cerca de 20 mil populações selvagens dessas espécies.
De acordo com o sumário executivo do Sexto Relatório, o maior avanço do Brasil foi na meta 19, que trata do conhecimento científico e tecnológico sobre a biodiversidade e seu registro e compartilhamento em plataformas abertas.
A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.