Tag: BR-319

Área em regeneração na Amazônia é maior que o Espírito Santo

Pará, Amazonas e Mato Grosso possuem as maiores porções de floresta voltando a crescer em áreas que não competem com a produção de grãos no bioma

Amazônia: o PPB, o ministro e as facções do garimpo

E para seguir coerente com seu desprezo pela economia da Amazônia, o governo federal acaba de disparar o tiro de misericórdia na Indústria da ZFM. O ministro da Economia, Paulo Guedes, que prometeu, junto com o presidente da República, Jair Bolsonaro, corrigir os danos do Decreto 10.979/22, não corrigiu, mentiu e mais, ampliou por seis meses os danos de seu equívoco. Pelo andar da carruagem, sob Guedes, a União seguirá esvaziando o programa ZFM, como anunciou e sempre quis desde antes de assumir seu encargo de gestor da economia do país. Ainda restam dúvidas?

O que move o Amazonas: Covid, guerra e decretos

O governo federal por decreto promoveu recentes mudanças no tributo IPI para o país, e a Zona Franca de Manaus e as novas matrizes econômicas para o Amazonas voltaram a ser discutidas, embora sua importância não tenha diminuído. Se não houver decretos, a segurança jurídica da ZFM pode voltar ao discurso secundário, mesmo tendo o elevado grau de importância que tem.

Desmatamento avança em área com indígenas isolados na Amazônia

Uma das regiões mais preservadas da Amazônia Brasileira, o Médio Rio Purus, no sul do Amazonas, pode perder uma área superior à do estado...

Terras públicas invadidas são novos polos de desmatamento na Amazônia

As áreas mais desmatadas são ocupadas por grileiros, posseiros e fazendeiros em ramais partindo da Transamazônica

Amazônia: observatórios e observações sobre a BR-319

“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”

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