É hora de avançar, quebrar paradigmas da acomodação, descartar os argumentos do conservadorismo que se opõe ao protagonismo. O programa ZFM está vivo e dispõe de um portfólio pulsante, capaz de integrar para não abrir mão da antecipação da utopia e suas pedras fundamentais de estruturação da brasilidade, de verdade.
E qual é a novidade desse acontecimento? É que já se passaram 20 anos da inauguração das instalações do Centro de Biotecnologia da Amazônia, o sonhado Polo de bioindústria, aquele que deveria buscar os princípios ativos da floresta, sem desmatar suas árvores, mas apenas copiar as soluções que a natureza dispõe - e que não são poucas - para problemas que atormentam a humanidade, tais como a saúde, a velhice, a insegurança alimentar… para dar três exemplos. Respostas, como dizem os cientistas, disponíveis aos montes na Amazônia.
Com sua implantação, a expectativa é que sejam abertas inúmeras possibilidades em áreas, tais como, inteligência artificial, processamento de dados, realidade aumentada, big data,...
A grande necessidade da Amazônia é de interessados nela. Quem olha de fora percebe que é uma região complexa e desafiante. Com isso, é melhor falar superficialidades, sem colocar os pés nas problemáticas da região, debatendo apenas entre os “de fora” ou os que estiveram aqui anos atrás após admirar algumas fotos na Internet.