O Brasil tem larga experiência em promover políticas de desenvolvimento, conforme os avanços do agribusiness podem atestar. Conta com diversas instituições de pesquisa e desenvolvimento a altura do desafio das pesquisas voltadas para o fomento da bioeconomia na região. Além disso, a região é geradora de recursos suficientes para colocar a roda a girar. O que falta?
Os argumentos da prosopopeia ambiental, portanto, são risíveis, pois a estrada seria a melhor maneira de evitar a depredação e brecar outras atividades ilegais. Proteção e integração foram os pilares originais do conceito e valor que deram origem BR-319 e à própria Zona Franca de Manaus no governo que as implantou há quase 50 anos. Com efeito, não há outro meio de resguardar um estoque natural sem lhe conferir base econômica.
Debatido na sexta plenária da iniciativa Uma Concertação pela Amazônia, o significado de bioeconomia é chave para delimitar políticas públicas e investimentos empresariais na região
A Suframa conduziu, nesta terça-feira (2), uma videoconferência com as entidades gestoras dos programas prioritários de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) para a apresentação...
“A situação em que nos encontramos é um atoleiro secular, de uma enorme briga de quem não está na região Amazônica, falando sobre algo que não conhece e construindo florestas de desinformação. Quem termina de fato pagando a conta do presente é quem optou por viver, explorar, ser explorado e morrer na região, salvo os alvos de sempre: as elites econômicas que encontraram brechas em um emaranhado de regras, com suas condutas nem sempre admiráveis, apesar de não faltar os admiráveis que dificilmente são reconhecidos ou demonstrados para espelhamento.”
Mourão ressaltou na reunião que "a meta estabelecida pelo Governo Federal no enfrentamento aos ilícitos na Amazônia tem caráter prioritário, considerando a importância dessa agenda para a retomada do desenvolvimento da região".