“Eis porque a aproximação das empresas, incluindo as públicas, como a Embrapa, com autarquias como a Suframa, são pontes necessárias e essenciais para deixarmos a prosa estéril e adotarmos a conjugação do verbo fazer na primeira do plural.”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.