No caso da utilização do conhecimento, as empresas devem receber o consentimento prévio para o acesso e o desenvolvimento de novos produtos a partir da biodiversidade brasileira, bem como repartir os benefícios provenientes da utilização destes.
O país precisa compreender com precisão técnica e visão de longo prazo que a vocação industrial da Amazônia serve ao interesse nacional, ao equilíbrio macroeconômico e à consolidação de uma estratégia de desenvolvimento compatível com as transições tecnológica, energética e climática em curso