O interessante de acompanhar mais de perto esses debates e reuniões é verificar o quanto o posicionamento dos líderes mundiais dá uma embolada conceitual, quando comparado com o posicionamento das nossas correntes políticas. É interessante ouvir os alertas de Boris Johnson e outros líderes conservadores, porque por aqui mudanças climáticas e conservação da Amazônia são praticamente coisas de comunista. Mas, vamos ao que interessa, esqueçamos as picuinhas.
Presidente dos EUA, Joe Biden disse que seu governo está pronto para trabalhar “em estreita colaboração com o governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral”.
Em entrevista, coordenador do grupo responsável pelo dossiê entregue a Joe Biden pedindo a suspensão de acordos com o governo de Jair Bolsonaro fala sobre iniciativa.
Congresso estadunidense analisa proposta de Biden, que prevê US$ 20 bi para conter devastação na região. Recursos, se aprovados, devem ir direto a ONGs e empresas, para evitar sabotagem. Amazônia em triste sina: Bolsonaro ou submissão
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.