Documento prevê a redução do desmatamento à taxa de 8.718,6 km² por ano, valor quase 16% maior do que o registrado no ano anterior ao início do mandato de Bolsonaro
Florestas no coração da Amazônia já estão sendo substituídas por savanas nativas devido a incêndios florestais recorrentes, revela um estudo publicado na revista científica internacional Ecosystems.
O relatório documenta o avanço das atividades extrativistas, projetos de infraestrutura e queimadas nos nove países que dividem o território amazônico e traz um panorama das ameaças que avançam sobre a maior floresta tropical do mundo.
Essa foi a primeira vez em que um grupo de cientistas avaliou a diversidade de abelhas com o esforço de coleta padronizada em áreas abertas e isoladas da floresta amazônica.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos