“Por fim, é necessário começar a consertar o que está errado, nos bairros, criando espaços com calçadas convidativas, com mais estacionamentos, mas bicicletas e menos carros. Vias de circulação local que possuem duas mãos poderiam renunciar a um dos sentidos para convidar os pedestres e as bicicletas. Fazer um projeto em um bairro com zonas comerciais, como Educandos, Nossa Senhora das Graças, Parque Dez ou São José é uma grande oportunidade.”
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo