Vítimas de maus-tratos, desnutrição e desidratação, as araras resgatadas foram inicialmente encontradas em condições precárias entre 163 aves apreendidas em 2024.
Graças a projetos de recuperação e proteção de sua população, o número de exemplares de arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) — uma espécie ameaçada de extinção,...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.