A crise climática ameaça os Direitos Humanos em proporções inéditas, alertou a Anistia Internacional em um novo relatório lançado no Brasil na semana passada. De acordo...
Realidade da mudança do clima é reconhecida por 92% de entrevistados de nova pesquisa Ibope; no entanto, apenas um quarto afirma saber muito sobre o tema
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.