O Floresta+, inicialmente (e falsamente) vendido pelo ministro Ricardo Salles como “o maior programa de pagamento por serviços ambientais do mundo”, obteve US$ 96,5 milhões (cerca de R$ 500 milhões) do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A negociação foi iniciada em 2018, no governo Temer.
Cartas de oito entidades cobram preservação da Zona Franca, segurança para investir, infraestrutura e oportunidades no interior, com manifestação expressa dos candidatos e plano de encaminhamento nos primeiros cem dias de governo