Tag: AmIT

Parceria Internacional investiga polímeros sustentáveis na Amazônia: AMiT, UEA, INPA e MIT

A pesquisa em polímeros sustentáveis representa um potencial enorme para a inovação e a sustentabilidade na indústria, e mais especialmente no Polo Industrial de Manaus. A colaboração entre AMiT, UEA, INPA e MIT vem para destacar a importância da integração entre ciência e indústria para o desenvolvimento de materiais que equilibrem progresso econômico e responsabilidade ambiental.

Escassez à vista: Os desafios da crise hídrica na Amazônia

Diante da iminente crise hídrica que se avizinha na Amazônia brasileira, decorrente de políticas ambientais profundamente negacionista , torna-se crucial a implementação de medidas efetivas para a conservação não apenas do meio ambiente, mas de toda economia e agricultura no continente latino-americano.

ExpoAmazônia Bio&TIC, os novos caminhos da ZFM

“Esperamos que a Trilha da Economia Verde, que irá abordar vários temas relacionados a Bio&TIC, possa ser um ativador de interesses e parcerias importantes nesta direção e que passemos a ocupar, mais ainda, o ambiente das ações transformadoras”. ExpoAmazônia Bio&TIC

Amazônia, pesquisa, desenvolvimento e inovação, da Utam ao AmIT

“A forma de atuação do AmIT – Instituto de Tecnologia da Amazônia- será sempre em rede para trabalhar integrando diferentes instituições. A análise de qualquer atividade do AmIT deverá ser holística, globalizada e contextualizada. Suas ações são multidimensionais e transdisciplinares. É praticamente impossível uma única instituição fazer tudo isto. Para tal, será necessário trabalhar em rede e contar com as inteligências existentes; principalmente as inteligências e os talentos locais da Panamazonia.”

“AmIT é tecnologia sustentável para a Amazônia”

Estamos às vésperas de iniciar um novo programa de desenvolvimento da Amazônia baseado em tecnologia. Isso começou a ser pensado há 30 anos, logo depois da Conferência da ONU, sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocorrida no Rio de Janeiro, a ECO-92. Naquela ocasião, o governador do Amazonas, Gilberto Mestrinho, zarpou para Boston, a fim de formatar uma parceria entre o MIT, Massachusetts Institute of Technology e as universidades locais, UFAM e UTAM, atualmente, UEA. O objeto desse enlace era injetar uma dose cavalar de tecnologia nas veias abertas da Amazônia. Não deu certo. Hoje, três décadas depois, para falar de futuro, conversamos com o professor Estevão Monteiro de Paula, que é um entusiasta dessa iniciativa desde sua formação acadêmica na América do Norte, onde fez PhD em Engenharia pela Universidade do Tennessee, e atualmente é um dos responsáveis pelo projeto do AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, com Adalberto Val e Carlos Nobre, entre outros pesquisadores da Pan Amazônia. Neste bate-papo, Estevão conta alguns detalhes desse empreendimento que pretende gerenciar o desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia continental com as ferramentas da Ciência, Tecnologia e Inovação. Confira.

ZFM no Estadão

“Se o país retirar este convite, as empresas da ZFM migram sabe-se lá para onde, de onde vão exportar com muito mais vantagens para o Brasil, deixando em seu lugar a economia do vale-tudo por dinheiro e os benefícios que valem nada para a cidadania.”

Artigos populares

Pesquisa questiona capacidade das florestas de armazenar carbono no futuro 

Estudo mostra que florestas podem armazenar carbono abaixo do previsto, mesmo quando árvores seguem absorvendo CO₂ pela fotossíntese.

Nova tecnologia converte luz solar, água e CO₂ em combustível de forma autônoma

Fotossíntese artificial avança com dispositivo sem bateria que transforma luz solar, água e CO₂ em combustível solar.

Desmatamento na Amazônia cai 61,4% e atinge marca histórica

Desmatamento na Amazônia cai 61,4% em maio, aponta Inpe, em queda histórica no início da estação seca.

Amazônia das eleições

"Temos terras raras, petróleo, água e muitas outras potências,...

Os desafios do Amazonas e hora da comunhão de propósitos

Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos