Enquanto a floresta não trouxer prosperidade para os Amazônidas e simultaneamente auxiliar o mundo a enfrentar o problema do aquecimento global, não teremos encontrado...
“Diferentemente dos discursos lendários das amazonas gregas, as da Amazônia não eram primitivas, pois produziam alimentos, moravam em habitações bem construídas, possuíam organização social...
A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.
Além do nosso imensurável banco genético, aqui temos a maior província mineral da terra e um quinto da água potável do planeta. A água, que habita nossas matas, quando estás são removidas predatoriamente pela insensatez humana também remove o precioso líquido. Retidos, evaporados e compartilhados com outros quadrantes do planeta, sem floresta não há como reter a água. Daí a crise hídrica do Sudeste e que nos afeta a todos, pois embora tenhamos tanta água, muitas vezes vítimas do excesso das enchentes, pagaremos energia mais cara como sequela de nossa patologia pecuniária.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos