Com a restauração de até 50 mil hectares de áreas da Amazônia previstos pelo programa, estima-se a captura de aproximadamente 15 milhões de toneladas de carbono, que promovem créditos de carbono para o mercado.
Atualmente, cerca de 600 desses dispositivos operam em sete países, protegendo aproximadamente 726 mil hectares de florestas com a tecnologia inovadora, incluindo áreas no Brasil.
Florestas em estágio tardio de regeneração, que já haviam avançado no processo de recuperação após o desmatamento, necessitam de 19 a 29 anos para restaurar-se completamente após sofrerem incêndios florestais.
Além de estimular a pesquisa aplicada e projetos sustentáveis, a iniciativa se conecta a setores empresariais, impulsionando bioeconomia, inteligência artificial voltada à sustentabilidade e recuperação ambiental.
O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.