Para Minev, o resto do Brasil precisa quebrar o modelo mental que tem sobre a Amazônia. É preciso entender que “aqui há 25 milhões de brasileiros, que sonham com a prosperidade da mesma forma como brasileiros em qualquer outro lugar”.
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade
“O momento exige interlocução, transparência e cumplicidade cívica como vacinas essencial. Assim, além de combater as mazelas das fakenews, estaremos contribuindo para uma aproximação construtiva e fraterna no combate às desigualdades imorais entre Norte e Sul do Brasil.”
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
“Vale lembrar que o IDESAM teve reforço institucional do Cieam, em 2017, para assumir o programa Parceiros da Amazônia, da Embaixada dos Estados Unidos/ USAID, que fomenta projetos de desenvolvimento sustentáveis com apoio das empresas americanas do Polo Industrial de Manaus. Avante!!!”