A pesquisa foi realizada no âmbito dos preparativos para o Fórum Mundial Amazônia+21, que acontece de entre os dias 4 e 6 de novembro e vai reunir dezenas de especialistas, empresários e gestores públicos para debater caminhos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
O papel da Rede Amazônia é fundamental para discutir os projetos de desenvolvimento regionais e os seus efeitos sobre o meio ambiente, as cidades e as comunidades.
Um estudo de 2015 feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) concluiu que, “para cada 1% de floresta derrubada anualmente na Amazônia, há um aumento de 23% na incidência de malária e de 8% a 9% na de leishmaniose”, uma doença que, se não tratada, causa desfigurações e pode levar à morte.