"O país tem reafirmado, historicamente, sua incapacidade de compreender, valorizar e abraçar a Amazônia, avaliar e rentabilizar suas riquezas com inteligência e sustentabilidade. [...] Oxalá sejam os eleitores mais atentos, posto que alcançados pelos estragos dessa negligência, e optem por promotores dignos e capazes desta urgente correção."
“Continuaremos a mapear nossas riquezas pelo bem do Brasil e do nosso povo” disse ministro do Gabinete de Segurança Institucional, em resposta à denúncia da Folha de S. Paulo
Lideranças indígenas afirmam que a perda de floresta está atingindo as 18 Terras Indígenas espalhadas pelo município, algumas das quais ainda esperam pela conclusão do processo de demarcação.
Venha passear na floresta, senhor Pastore, venha testemunhar o que fazemos com essa discreta fatia de isenção tributária ao movimentar 85% da economia do Amazonas e dinamizar toda a economia regional com emprego e renda.
Diante toda a repercussão com o caso das Balsas no Rio Madeira no último dia 24 - com grande destaque na mídia nacional e com importância no mundo todo - centenas de órgãos e personalidades ligados ao ambientalismo se posicionaram para destacar o quão absurdo é haver ainda, em 2021, uma prática tão predatória e insustentável para o bioma Amazônia, como é a mineração deste tipo.
Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.